Monday, November 29, 2004

O Assalto

Que puta de azar! No outro dia, estava eu a fazer o meu passeio matinal diário pelas ruas de Lisboa, aproveitando para apreciar o atrelado dos bengaleiros divinamente modelados sedentos de pila que, de forma atrevida, se passeavam perto de mim, enquanto eu lhes roçava a minha tromba sexual mastodôntica com carinho nas suas farfalhudas afros genitais - que lhes protegem o orifício para o qual apenas o mais Hulk dos mamutes de míssil reprodutor sabe a password e tem força para desvendar caminho até às profundezas cavernosas e misteriosas que os seus excitantes pintelhos escondem - quando, sem aviso, sou confrontado por cinco indivíduos de raça "africano-dréd", que é como quem diz "raça de orangotangos dançantes e encarquilhados de tanto serem penetrados no rêgo por semáforos de pilas verdes e empodrecidas que lhes atravessam toda a espinha dorsal até lhes foderem os seus impotentes neurónios, situação que dá azo a atitudes francamente babuínas e irrefectidas, fruto do cada vez mais baixo Q.I. que atingem por cada enrabadela que sofrem". Estes cinco cabrões das Amazónias sexuais da puta que teve a infeliz ideia de os parir zoologicamente, tiveram a muito pouco inteligente ideia de me pedir "trocos". E eu que até tinha os bolsos carregadinhos de moedas de 2 euros para enfiar na crica das putas que me esperavam no gabinete, para as poder montar por 5 minutos como se fossem uma efémera diversão de Feira Popular, disse-lhes que de mim eles não levavam nada. Avisei-os que se continuassem a insistir, eles se iriam arrepender - as consequências que sofririam seriam dolorosas. Bom, o facto é que eles me continuaram a pedir trocos, intimidando-me com agressões verbais e ameaças mortais. E eu passei-me, caralho! Peguei do meu mangalho mangueiral de bulldozer monstruoso africano sexual, e acertei-lhes nos olhos com o meu docinho jacto de batido de esperma com uma força e velocidade tais que lhes rebentei as suas miseráveis cabeças. E foi nesse momento que me apercebi que tinha a obrigação para com o Mundo de relatar esta minha experiência, dado eu ter sido o pioneiro daquela forma de homicídio. Foi uma revolução para os tempos modernos, tempos de insegurança e perigo, onde uma pessoa nem sequer pode passear descontraidamente pelas ruas da cidade que ama. É um método de decapitação mais orgânica, mais natural, mais rápida e mais eficaz. E tudo à distância de um mangalho!

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